terça-feira, 20 de outubro de 2009

Paixão a beira mar



A noite era de Outono, mas mais parecia de verão e convidava tipo íman para um passeio a beira mar.
Já a algum tempo ela andava com esse desejo e calhou em conversa virtual dizer lhe a ele que dessa noite não passava. Primeiro ele tentou demove la, afinal ir para a praia a noite pode por vezes ser um perigo.. depois ele resignou se..
Ela estava determinada e não quis saber das advertências .. Disse que ia e pronto..
Ela sentiu o algo triste, pelo facto dele se encontrar longe e demorar a chegar.. Mas ela não quis saber, ia passear a beira mar e estava decidido.. Por curiosidade, ou talvez não ele perguntou lhe qual seria então o sitio escolhido e ela disse que estava a pensar ir para os lados do Pedrógão e caminhar para norte.. Sem ela saber bem como , ele deu lhe a volta e afinal o passeio seria na praia da vieira, mas na margem norte do lis..
Chegada ao local , já noite escura mas muito agradável ela viu que alguns carros se encontravam na margem do rio.. certamente pescadores.. era normal..
Não viu o carro dele e passou lhe a ideia pela mente que o passeio seria mesmo sozinha.. Não saiu logo do carro, ficou a espera sabe se la do quê.. ela sabia.. era ele quem ela esperava.. e ele chegou..
Ela sentiu se feliz por ele ter vindo e por ele não a deixar ir sozinha naquilo que ele considerava perigoso e ela achava banal .. Ele preocupava se, mais do que ela própria.. Isso não era bom.. para ele..
Pensando nisto ela caminhou pelo passadiço de madeira em direcção a praia ao lado dele.. ambos com as mãos nos bolsos.. lado a lado.. dois amigos que eram mais que isso.. mais do que deveriam ser, mas que ambos não podiam, nem iam, nem queriam fugir..
Ela tinha tanta coisa para lhe dizer mas calou se.. era melhor assim.. mas ele interpretou o silencio dela como sendo tristeza e apesar dela dizer que estava bem.. estava com ele, portanto .. bem.. ele não descansou enquanto ela não lhe contou algo de banal que se tinha passado durante o dia e que nem a incomodava, mas ele pareceu sossegar com o som da voz dela..
Sentaram se na areia seca perto das dunas e ela aninhou se nos braços dele saboreando aquele aconchego que apesar de ser algo recente , ela já não passava sem.. isso não era bom.. para ela..
Palavras de circunstancia.. gestos mútuos de carinho.. roupas que foram despidas sem se dar conta.. entrega com paixão.. com tesão.. quiçá com amor.. isso não era bom.. para os dois..
Dois corpos unidos.. duas almas entrelaçadas pelo simples olhar.. amor feito na areia da praia .. paixão uma vez mais consumada e fortalecida.. sentimentos experimentados que assustam por um segundo antes de serem postos de lado pelo calor do momento..
Brincar com o fogo e para mais tarde ambos se queimarem..
Despedida com lágrimas de alegria e saudade…Escrito por Elisa...uma semana depois..

quinta-feira, 16 de abril de 2009

sete e trinta e cinco da manha..


Ouço a porta do chuveiro a deslizar para o lado e tu entras sorrateiramente sem dizer nada..
Já sabes que eu estou a tua espera e por isso nem me viro quando sinto as tuas mãos a tocarem me na pele molhada.. hummmmm tão bom, sentir a pele da palma das mãos calejadas pelo trabalho mas nem por isso o toque deixa de ser carinhoso e ate delicado..
Sentes que me estou a entregar progressivamente as tuas carícias, e avanças ate aos meus seios erectos e encostaste um pouco mais a mim.. A tua erecção crescente faz pressão no meu quadris e não consigo resistir a alcança la com as minhas mãos , mas tu não deixas e com uma das tuas prendes mas bem ao alto imobilizando me por completo.. Hoje és tu que mandas e eu estou a adorar..
Com a mão que tens livre , afastas uma das minhas pernas e procuras ansiosamente aquele buraquinho guloso que tão bem conheces e sabes estar super molhado mas não pela agua nem pela espuma do gel de banho..
Primeiro um dedo, e depois dois em busca do meu altar mor interior vais la direitinho..
Com o meus gemidos sabes que estas a ser eficiente mas antes que atinjas o objectivo, paras e quando vou para reclamar encostas me a bruta contra a parede enquanto me beijas furiosamente na boca .. Não consigo resistir.. Estou entregue a ti ..
Penetras me com força.. Uma.. Duas.. Três vezes..
Perco a conta, já so sei que esta a ser tão bom e começo a balançar me contra ti para te sentir cada vez mais , e mais e mais..
Paras..
Libertas me uma mão e guias la ate ao meu altar mór exterior.. Queres que me masturbe pois sabes que assim a explosão é atómica..
Claro.. Eu faço tudo que queiras meu amor..
Retomas o ritmo devagar, para me dares tempo de chegar lá..
Estou quase..
A velocidade aumenta, o prazer aumenta, é insustentável aguentar mais..
Expludo, e uma onda de calor invade me por dentro enquanto o teu sémen me invade também..
Ficamos encostados contra a parede com a agua a cair sobre nos ate as pernas deixarem de tremer..
Ri mos.. Viro me para ti e vejo uma vez mais que tens um sorriso mesmo lindo..Elisa

Um piquenique erotico..


Aquele dia amanheceu cheio de sol e o calor fez se sentir logo de manha cedo.
Marina mal tinha dormido de noite,..o namorado tinha lhe dito no dia anterior que a levaria no dia a seguir a um lugar muito especial mas que era surpresa. Ela adorava surpresas, mas também era uma curiosa nata e lá conseguiu que ele se descai-se a dizer que o sitio era terra dele.
Pondo se a fazer filmes em vez de dormir, Marina passou a noite toda a imaginar que seria no dia a seguir que iria conhecer a casa e a família de Ricardo. Estava nervosa e expectante..
As oito horas em ponto, ele chega com a boa disposição que o caracteriza e ela bombardeia o com mil e uma perguntas do tipo “estou bem assim, não achas a blusa decotada demais, será melhor mudar, etc etc..”.. Ele só lhe foi respondendo que ela estava linda e que não era preciso tanto nervosismo..
Pelo caminho ela reparou que ele trazia no banco traseiro do carro uma manta que nunca tinha visto antes mas nem ligou muito, e durante o trajecto apesar de lhe quererem sair mil e umas perguntas sobre a família dele, evitou faze-las para não ficar ainda mais nervosa..
Quando deu conta em vez de irem para a cidade, viu que se estavam a dirigir para a zona florestal.
-Não sabia que vivias no meio do pinhal, pensei que fosse no meio da cidade..
- E vivo.. que historia é essa de eu viver no mato? Perguntou ele ao mesmo tempo que soltava uma gargalhada ..
- A surpresa não é tu levares me a tua casa e apresentares me aos teus pais?
- Ahahahh não, é outra coisa bem melhor. Vou te levar a um sitio onde costumava brincar com os meus amigos quando era mos putos.. Vais gostar ..
Marina sentiu se logo muito mais calma, afinal ainda não tinha chegado a hora de “submeter à avaliação” característica das sogras..
Foram entrando cada vez mais pelo pinhal dentro e chegaram a um sitio em que o Ricardo disse que a partir dali teriam de ir a pé mas que já estavam perto. Os pinheiros foram ficando mais escassos , dando lugar a eucaliptos e a acácias entre outros arbustos mais rasteiros formando uma espécie de muralha que Marina pressentiu que estaria a proteger um lugar bastante especial. Afinal, ate podia ser o lugar mais banal do mundo mas o Ricardo considerava o especial e era lá que ele tinha brincado em puto. Especial portanto. . E ouvia-se o som da agua a correr, ficando cada vez mais próximo.
Depois de terem passado por uns chores que tocavam quase o chão como que a fazer uma espécie de cortina natural, Marina viu se num sitio onde jamais pensaria visitar assim tão repentinamente.
À sua frente tinha uma extensão de terreno praticamente sem vegetação e mais a frente via uma cascata de um rio absolutamente linda.. depois da cascata o ria alargava formando uma espécie de lagoa onde ela por instinto podia imaginar sem dificuldade nenhuma o seu mais que tudo a tomar banho todo nu com os amigos na infância..
-Amor, isto é maravilhoso..
-Eu sabia que irias adorar..
Estenderam a manta e arrumaram as coisas que ele tinha trazido para o pic nic , e depois de se terem deliciado comas iguarias feitas por ele próprio, deitaram se na manta a olhar os ramos das arvores mais próximas ..
- Sabes Marina, foste a primeira namorada que eu trouxe aqui. . Prometi a mim mesmo que só traria alguém que fosse mesmo especial para mim.. e tu és..
Marina ficou calada a digerir aquela frase, não que fosse o amor dele por ela, mas naquele momento ela sentia se mesmo especial..
Chegou se mais para ele deu lhe um beijo sem nada dizer. Ele não ouviu mas sentiu tudo o que ela lhe quis transmitir.
Depois do primeiro beijo os lábios ficaram entretidos a tocarem se ao de leve, muito ao de leve quase sem se tocarem por vezes.. gostavam de brincar assim , ao beija e não beija.. mas tanto brincaram que começaram a ficar entusiasmados e as línguas juntaram se a festa, procurando abrigo na boca um do outro, e depois foram as mãos que deixaram de estarem quietas e ele começou a tocar lhe num dos seios por cima da blusa.. sentindo lhe o mamilo erecto , ele pegou numa das mãos dela e guiou a ate ao fundo da sua barriga para que ela pudesse ver o quanto ele já estava erecto também .. , Depois deste gesto, já nada os parou..
Esqueceram se de onde estavam e o ambiente selvagem parecia que tinha tomado conta dos seus corpos, pois as roupas foram despidas num ápice, sempre entre beijos gulosos e mordidinhas estratégicas..
Mas o Ricardo estava disposto a outra coisa e abrandou.. deitou a de lado na manta e afastou se um pouco ficando muito quieto a olhar para ela assim deitada no meio da natureza..
Impaciente e a arder de desejo ela perguntou lhe o que estava ele a olhar ..
- estou a olhar para ti minha querida.. estas tão linda, apetece me pintar um quadro para nunca mais esquecer esta visão..
Ela ficou corada e com um nó na garganta de emoção e só conseguiu dizer :

-Amo te..
Ricardo chegou se para ela e beijou a com amor, desejo e admiração ao que ela retribuiu de igual maneira .. De seguida ele beijou lhe o pescoço fazendo a arrepiar de prazer antecipado.. desceu mais um pouco e mergulhou nos seios fartos que ele tão bem conhecia mas que naquele dia ele sentiu se como se os estivesse a saborear pela primeira vez.. a cada lambidela , ou quando ele lhe sugava os bicos duros , a Marina soltava um gemido de puro deleite.. as carícias foram descendo , e descendo ate que encontraram um sitio muito quente e húmido ansioso por um pouco de atenção.
Abandonando se ao momento , ela sentiu a língua dele a lambe la primeiro muito devagar.. de baixo para cima.. uma vez, e depois outra bem devagar.. depois sentiu a ponta irrequieta a tintilar o clítoris, a rodea lo em círculos.. bem devagar..ja começava a ser torturante, mas era uma tortura deliciosa.. finalmente ela sentiu o seu ponto de prazer a ser beijado e chupado e um dedo, não dois dedos a invadirem lhe a vagina ansiosa por aquele toque..
Ricardo não parou um segundo, enquanto penetrava com os dedos boca chupava e lambia tudo o que podia ser tratado como fonte de prazer enquanto sentia o corpo dela se contorcia de prazer.. e quanto mais ela se torcia toda, mais entusiasmado ele ficava so parando quando a ouviu a gritar um estrondoso aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh enquanto ficava hirta num grande espasmo de prazer..
De seguida ele colocou se por cima dela e voltou a beija la, muito carinhosamente, daquela maneira tão especial que os dois se beijam..
Foi a olhar profundamente nos olhos um do outro que ele entrou dentro dela.. sem dificuldade, mas bem devagar como se também estivesse a pintar o quadro das emoções daquele momento de fusão..
Caiu do olhar de Marina uma lágrima de felicidade que ele lambeu e ela sorriu..
Bem encaixados ,começaram se a movimentar em perfeita sintonia e o ímpeto animalesco que tinha toado conta dos dois logo no inicio voltou a tomar conta dos seus corpos e amaram se com a vontade de dois amantes esfomeados que têm pressa em saciar a fome..
A cada estoucada que ela sentia dentro de si, ela queria logo outra e passou a incentiva lo com palavras de ordem do género :
- não pares Ricardo , faz …. Fazzz.. , aiii que eu estou a virrrrrrrrrrrrrrrrr..
E ele não parou mesmo, continuando sempre ate ela tremer de prazer, mas antes que ela tivesse tempo para pensar , ele saiu de dentro dela e deu lhe a entender que a queria de quatro para ele.. Assim ela fez e mal ficou na posição pretendida ele entrou dentro dela sem do nem piedade, e ela adorou.. ele parecia possuído por algum espírito da floresta movimentando se a um ritmo verdadeiramente delicioso não tardando a provocar na sua amada uma vez mais um intenso orgasmos , apimentado por umas valentes palmadas nas nádegas que só lhe aumentaram ainda mais o prazer..
A expressão verbal dela desta vez , ate fez voas uns passaritos que por ali perto iam palrando..
De certa forma exausto mas não satisfeito, Ricardo deitou se de costas na manta e Marina saltou lhe sobre o membro que teimava em continuar erecto e enterrou o todo nela.. ate la bem no fundo..
-fode me fofinha, faz de mim o que quiseres..
E ela fodeu o com quantas forças tinha, subiu e desceu com aquele pedaço de musculo bem dentro dela a dar lhe mimos interiores a deixa la louca de prazer cada vez mais..
Sentido que estava quase a chegar ainda mais ao céu, Riçado levantou o tronco ,ficando na posição de sentado e Marina sentada sobre ele e com as mãos ele agarrou a pelas nádegas controlando e ajudando nos movimentos de vai vem.. beijaram se uma vez mais como loucos , ele morde lhe as mamas, ora uma ora outra, mas foi a olharem um para o outro novamente que se perderam de prazer mutuo como se so um orgasmo se trata se .. ficaram ofegantes e abraçados durante muito tempo a trocarem miminhos..
Um telemóvel tocou ao que Ricardo disse : - a minha mãe já deve de estar a pensar que fugi contigo e não te levo lá a almoçar hoje..
É claro que a Marina se desmanchou a rir..ElisaEscrevi este conto baseado nos meus dois afilhados e a eles o dedico com muito amor e carinho..

terça-feira, 24 de março de 2009

As aventuras sórdidas de Tony Soberano


Nota introdutória (boa, introdutória, estão a perceber? Introdutória!):
Esta história é ficcionada, nenhuma das situações aqui relatadas alguma vez aconteceu. É caso para se dizer que qualquer semelhança com a realidade é uma coincidência do caralho.



Estava Tony a caminho de Faro para o encontro de "Motards". Ainda não tinha chegado ao destino após várias horas de estrada, afinal a sua velha Harley não era propriamente o veículo mais indicado para grandes velocidades. Mas o prazer de encontrar velhos camaradas destas andanças faz valer a pena o esforço, de qualquer modo já faltava pouco, rolava os últimos quilómetros na Via do Infante antes da esperada placa com as palavras "FARO, AEROPORTO"
Já tinha saído da auto-estrada em direcção ao parque de campismo de Faro quando sentiu o telemóvel a vibrar (o barulho da mota impede que se oiça qualquer outro som que não o roncar do motor). Quem lhe ligava era o seu velho amigo alemão Wolfgang Steil, que como de costume não perde um destes encontros. Convida-o a ir ter com ele a Olhão, está no parque de campismo com umas amigas. Tony nem hesita, vira a mota e lá segue a acelerar, afinal mais uns quilómetros e terá à sua espera um velho amigo, uma bela cerveja geladinha e umas horas de conversa sobre dois temas que o apaixonam: motas e gajas, a ordem não é importante para a nossa história.
Ao chegar lá procurou o "Wolf", para sua surpresa encontro-o não com uma das suas potentes BMW como habitual mas com uma luxuosa auto-caravana. Depois daquele abraço fraterno, o Wolf lá lhe conta que caiu de mota há uns meses, está impedido de por o cu em cima de uma e que por isso fez o caminho todo desde de Berlin até ao Algarve de auto-caravana. Relata-lhe uma série de aventuras que lhe foram surgindo pelo caminho e diz-lhe que tendo passado em Barcelona deu boleia a duas lindas miúdas, tão belas que quando as visse nem acreditaria.
- Onde estão essas belezas? - Pergunta Tony, cheio entusiasmo, afinal o que podia ser melhor, amigos, motas, cervejas, e miudas.
- Aguenta um pouco, estão na piscina, mas atenção prepara-te para uma surpresa! - Responde o Wolf com um sorriso matreiro.
- Qual surpresa? Conta-me Wolf… – que raio de gajo deixar um amigo assim na expectativa, pensa Tony.
- Já vais ver... Olha aí vem elas...
O Tony ficou estarrecido, duas belas mulheres, altas, esculturais, esculpidas por Deus. Uma morena, outra ruiva. Lindas como... enfim faltaram-lhe os adjectivos para as descrever...
O Wolf agarrou-se logo à morena e cumprimentou-a com o apaixonado beijo na boca, de seguida apresentou-as ao Tony.
Tão elegantes, tão espantosamente atraentes que ninguém ficava indiferente ao passar. Todos os restantes campistas olhavam, os homens por cobiça, as mulheres por inveja.
Feitas as apresentações foram os quatro montar a tenda do Tony. Este sentia-se um adolescente na presença destas duas lindas mulheres, com uns micro calções que faziam sobressair umas redondas e lustrosas nádegas.
“Que gajas fantásticas, com um pouco de sorte esta noite vai ser de arromba”. Pensava o Tony, “o Wolf está enrolado com a morena para mim fica a ruiva, e é bem ao meu jeito, não é mais alta que eu e tem uns olhos que me deixam doido, umas mamas bestiais e o cu... ai que cu...”
Certo é que o Tony começou de imediato a cortejar a bela ruiva de seu nome Janette, e esta não se fez rogada e respondia às investidas de Tony com um enorme charme.
Ao jantar, num restaurante junto ao mercado de Olhão a animação era muita, o calor abrasador, o peixe delicioso, e o vinho verde escorregava. Talvez alguma dessas coisas tenha o condão de aproximar as pessoas, ou talvez seja a soma de todas elas, mas o que importa é que nessa altura já o Tony e a Janette trocavam beijinhos. O Wolf e a Chrisbella, a bela morena, tinham uma intimidade que não passava despercebida a Tony. De repente passou pela cabeça de Tony, que raio de surpresa é a que o Wolf me falou? É claro que o leitor já imagina qual é, mas para o nosso herói o futuro desta história ainda é uma incógnita.
As horas passaram e chega a altura de voltarem ao parque de campismo, saem do taxi e Tony dá um terno beijo na face de Janette e pergunta-lhe:
- Já alguma vez dormiste numa tenda?
- Ainda não Tony... – responde Janette com um olhar matreiro, o mesmo olhar que o desarma completamente.
- Gostarias de experimentar? Pergunta novamente Tony, desta vez com um beijo no ombro desnudado de Janette.
- Estava com receio que não me convidasses... – diz Janette com piscar de olhos dando ao mesmo tempo um apalpão no traseiro de Tony.
Tony com uma erecção do tamanho do Everest prepara os sacos camas e despede-se do Wolf. Este sorri-lhe e diz-lhe num português com arrevesado:
- Tony, prepara-te, aguenta firme vais ter uma experiência única...
- O que é que queres dizer com isso? Fala rapaz!
- Já vais ver! - respondeu Wolf com um sorriso - Porta-te bem amigo!
Com estas palavras Wolf fecha a porta da auto-caravana. Tony aproveita a ausência de Janette, para tomar um bom duche, afinal um homem quando quer agradar necessita de ter pelo menos um cuidado, o de estar lavadinho.
Quando Tony chega já a Janette está deitada sobre o saco cama com um minúsculo biquini. Tony entra e apesar do calor fecha a porta da tenda e suavemente encosta-se aquele pedaço de pecado. Tony beija-a suavemente, o rosto, o lábio inferior, o pescoço, desaperta-lhe a parte de cima do biquini e mordisca-lhe os mamilos, o rego dos seios, ia descendo lentamente. Nesse momento ela toma a iniciativa levanta-se ligeiramente e falo deitar. Senhora da situação, Janette mordisca o lóbulo da orelha a Tony e sussurra-lhe alguma palavras que atendendo à excitação de Tony este não percebe. Janette vai descendo com a boca pelo peito, pela barriga, até ao marsapio do Tony. Ele ia acariciando as costas e as nadegas de Janette, esta fazia um broche memorável. Tony estava com tão grande tesão que tinha que se esforçar para não se vir. Nisto Tony procura com a mão a vagina de Janette e depara com algo bem diferente, num momento de espanto e excitação, ele tem um orgasmo incrível, nunca em toda a sua vida lhe tinha acontecido uma coisa destas. Janette que se apercebeu do espanto do seu amante, vira-se para Tony e pergunta-lhe:
- Foi a primeira vez com uma Transexual?
- Foi... – respondeu meio envergonhado. - Bem que o Wolfgang me tinha dito que ia ter uma surpresa. Mas que surpresa...
- Espero que fiques zangado comigo, mas achei-te delicioso e tive medo que me fugisses ao saber a verdade. - Confidenciou Janette. - Se quiseres que eu saia, eu saio.
- Por amor de Deus, estou espantado mas não estou zangado. E tu minha amiga fazes o melhor sexo oral que eu alguma experimentei. Olha, gostei tanto que aqui o meu amiguinho nem encolheu. - Disse Tony apontando para a sua verga ainda dura e erecta.
- Que bom que vocês os dois gostaram. - Respondeu Janette com um sorriso maroto enquanto agarrava o sexo de Tony, continuou sussurrando. - Ainda a noite é uma criança, vai ser gozar até ser dia, descontrai, deixa-te nas minhas mãos que hoje o paraíso é nosso.
Dito isso já estava novamente a dar toda a atenção ao pénis do Tony, com os lábios carnudos e a língua aveludada acariciava o membro. Apesar da tenda ser pequena, Janete fez erguer as pernas de Tony e começou a dançar com a língua à volta do ânus. Ele estava mesmo no Paraíso, adorava isso e poucas mulheres o fazem bem, tirando uma amiga do Porto, mas isso fica para outra história, mais uma vez o prazer que ele sentia era inexcedível. Quando ela lhe passou muito suavemente a língua mesmo pelo ânus, Tony sentiu um prazer tão grande que quase se vinha outra vez. Janette muito experiente com estas estranhas sensações em homens novatos nestas andanças continuou a brincar com a pila e com o rabo de Tony, até que muito suavemente enfiou dois dedos no cu de Tony. Mais uma vez Tony sentiu um arrepio original, nunca em toda a sua vida algo tinha entrado por aquele orifício (caros leitores, os supositórios com que todos nos fomos sodomizados em criança não conta). Janette movimentava os dedos num vaivém lento e sussurrando perguntava:
- Amor, estas a gostar? Ou queres que pare?
- Oh Janette! Agora estou por tudo...
Janette num golpe de mágica que Tony não percebeu como, estava sem a calcinha, e de pixota tesa, devidamente revestida com um preservativo rosa fosforescente. Um calafrio passou pela espinha de Tony, ia ser penetrado, a Janette tinha um pénis, mais pequeno e fino que o seu, mas um pénis. E finalmente apercebeu-se que estava a fazer amor com uma bela mulher que tinha...um pénis. Janette indiferente ao turbilhão de pensamentos que passavam pela mente de Tony, ia-lhe massajando o olho cego, não com dois mas já com três dedos untados de lubrificante.
- Tony meu amor, vais passar uma experiencia nova. - diz Janette
A língua de Janette entrava dentro da boca de Tony Soberano, este arfava de expectativa, tesão e curiosidade. Assim que Janette entrou naquele estreito canal de Tony, este quis gritar, não de dor mas de prazer. Como era possível que só ao fim de todos estes anos é que tinha descoberto que ser enrabado por uma bela mulher fosse tão bom. Janette era muito experiente e foi penetrando-o com suavidade, lentamente, olhos nos olhos, tentando antever qualquer sinal de desagrado por parte do seu companheiro. Com uma agilidade de gata, ia-lhe beijando os lábios, a testa, o pescoço. O suor escorria pelo corpo de ambos, afinal estamos no verão, ele sentia-se diferente, estava a experimentar um novo prazer e ela estava a delirar, o movimento de amoroso acelerava, Janette de tão excitada já não controlava o ritmo. O frenesim aumentava, ate que Janette incapaz de se conter, gritou:
- Estou-me a vir...
Tony perante este anuncio de Janette também ao sentir o seu pénis comprimido entre a sua barriga e o belo corpo de Janette, veio mais uma vez. Desta vez foi um orgasmo plenamente assumido, gozado e saboreado. Não como o primeiro que foi um orgasmo embrulhado com surpresa, agora era uma ejaculação plena de luxuria. Janette rendida e cansada levanta-se de cima de Tony, ambos estão cansados, suados, e peganhentos. Os seus ventres descolaram-se com um ruído viscoso, o esperma de Tony estava repartido pelos corpos suados. Janette passa a língua pela orelha de Tony e diz-lhe:
- Amor, ha muito tempo que não me sentia assim. Um rabinho apertadinho como o teu é de tarar, ainda por cima fui a primeira a come-lo...
Alem do calor Tony sentiu uma estranha vergonha. Afinal tinha sido educado que quem dá o cu é paneleiro, ele sempre gostara de mulheres, melhor, ele adora mulheres. Para se sentir melhor decide catalogar Janette como mulher aditivada. Levanta-se, abre a porta da tenda, uma aragem mais fresca entra dentro da tenda inundando o ar com um intenso cheiro a esperma. Lá fora algumas pessoas ainda acordadas olham-no e riem-se, "deve ter sido do grito de Janette" pensa Tony "será que sabem? Que se fodam..."
Cada um foi tomar um duche à sua casa de banho, Tony ainda pensou que Janette fosse junto com ele, depois percebeu que realmente não fazia sentido. Voltaram quase em simultâneo para a tenda, frescos e cheirosos.
- Então amor como é que estas? – Perguntou Janette com um encanto que desarmaria qualquer rejeição que Tony pudesse entretanto ter criado.
- Sinto-me bem, e tu moça deixa-me doido... quero mais! – Respondeu Tony atirando-se de imediato à boca de Janette dando-lhe um linguado de quase parar a respiração.
- Ah! Queres guerra? – Disse Janette com um sorriso maroto.
Novamente com uma agilidade e firmeza deitou Tony de costas, virou o seu belo traseiro direcção da cara dele e começou a lamber o sexo de Tony, que estava novamente erecto e pronto para a brincadeira. O nosso herói sentia-se em grande e apreciava todo o esplendor da arte oral de Janette, e aquele rabo, redondo, lindo, com um buraquinho rosado ali a jeito, a chama-lo, à espera de caricias. Soergueu-se lentamente e foi beijando aquele notável cu. Enquanto Tony ia passeando com os lábios e com língua por aquela zona do corpo de Janette, foi verificando que o pénis de Janette foi igualmente ficando erecto. Tony ajeitou-se e iniciou um suave 69, ia chupando, lambendo, mordiscando, a verga de Janette numa tentativa de imitar o que esta lhe ia fazendo. É claro que nem de perto nem de longe ele conseguia dominar a técnica de Janette, de qualquer modo devia estar a ser bom porque ela começa-se a contorcer e a suspirar sempre que a língua de Tony lhe percorria o sexo ou então quando os dedos dele lhe penetravam no cu. Janette levanta-se e pede-lhe:
- Fode-me meu amor. Fode-me...
Pôs-se de quatro, com aquela bela peida na direcção de Tony. Este enquanto colocava uma camisinha igualmente rosa fosforescente, “onde raio é que ela arranjou estas camisinhas” pensou Tony. Mas quem é que se pode preocupar com isso quando tem tão belo cu a olha para nós. Tony começa a lamber aquele orifício rosado e a masturbar a Janette, enquanto esta lhe implora:
- Mete-mo meu amor, fode-me, depressa...
Tony enfia-lhe o mangalho no cu, e começa movimento sexual com suaves cabeçadas de piça. Janette vai-se masturbado enquanto incentiva Tony a fode-la.
- Força amor... fode-me...vai... sim... isso... fode-me...
Tony continua, com estocadas cada vez mais energéticas a que correspondem mais apelos de Janette.
- Amor... que bom... amor... sim... ai que bom...
A cada impulso de Tony o prazer de ambos aumenta, nesta altura Jnette não sussurra, vai anunciando cada vez mais alto a vontade sexual que sente.
- Ai Tony... que bom... estou-me quase a vir... não pares... sim...
A esta hora no parque de campismo, ou já estaria tudo a dormir ou então estava tudo de ouvido à escuta com o que se passava na tenda deles. Tony que já não era nenhum adolescente, suava por todos os poros, grossas gotas de suor escorriam pelo corpo de Tony. O rabo e as costas de Janette igualmente suadas e reluzentes excitavam-no, sentia o seu corpo ser evadido pela enorme exaltação que antecede o orgasmo. Uma sensação que percorre todo o corpo e que dá energia e nos deixa abandonados à luxuria. Os movimentos de Tony eram cada vez mais vigorosos, e os de Janette correspondiam em proporção.
-Venho-me Tony, venho-me... – gritou a plenos pulmões Janette enquanto se masturbava energicamente e um jacto de esperma acerta no saco cama.
Tony ejaculou igualmente, bem fundo dentro do cu de Janette, nada disse mas a respiração ofegante não enganaria ninguém. Por momentos Tony perdeu a visão atendendo ao enorme prazer que tinha sentido. Agarrou o preservativo e deixou-se cair ao lado de Janette, beijando-a e dando-lhe a mão. Nesta posição adormeceram exaustos e já nem escutaram o guarda do parque que tinha ido procurar os responsáveis de tal algazarra.
By um grande amigo meu..

terça-feira, 3 de março de 2009

Na seduçao de um olhar..


Tocaste ao meu portão e eu sem fazer a mínima ideia de quem era não abri sem primeiro ver pela camera .. Estavas de costas e eu não te reconheci.. Perguntei : quem é? Tu viraste te olhaste directamente e disseste : sou eu.. reconheci te de imediato apesar de nunca termos estado juntos antes.. Carreguei no botão de abrir ainda antes de pensar o que estava a fazer.. o meu coração disparou , fiquei corada ainda antes de ter o teu olhar a entrar no meu, comecei a tremer de excitação antecipada .. Estavas ali, a poucos instantes de distancia, e eu nem queria acreditar que fosse verdade.. Bateste a porta e eu nem me lembrava de como se abria a porta.. Ajeitei o cabelo e compus a roupa, que na verdade era um pijama velhinho.. Respirei fundo e abri a porta.. E la estavas tu, a minha frente com o teu olhar penetrante que me faz corar e o teu sorriso de anjinho diabrete k tanto me encanta.. Não consegui dizer nada, o batimento cardíaco apertava me a garganta mas na minha mente passou este pensamento : cruzes, é tão alto, vou precisar de um escadote para o beijar” ..
Finalmente fiz te sinal para entrares e tu entraste.. A minha cabeça estava a mil a hora, mas tu parecias muito calmo e sereno quando me entregaste um ramo de flores silvestres lindo.. Flores silvestres, como é que adivinhaste ? Eu nem tinha visto o ramo antes, só tinha olhos para o teu olhar.. Agradeci e fui por o ramo ao lado de um solitário que ostentava uma linda haste de orquídeas.. Sorriste e eu soube o motivo do teu sorriso, orquídeas são as tuas flores preferidas.. Será que adivinhei? Não costumo te-las em casa..
-Que surpresa.. consegui finalmente dizer
- Gostaste linda? Eu disse te que um dia viria..
Anui com a cabeça e sorri..
Aproximaste te de mim e encostaste a tua a tua cara a minha e senti o cheirinho suave e agradável do teu after-shave nívea.. começaste por beijar as minhas bochechas larocas (é assim que tu lhes chamas e eu adoro que as trates assim), primeiro uma e depois a outra, a testa o nariz e finalmente os meus lábios.. hummm tão bom.. que delicia.. o toque dos nossos lábios tirou nos do transe e a excitação tomou conta de nos por inteiro..
Não dei conta do meu pijama velhinho ter saído do meu corpo nem de te ter despido, quando reparei já só estavas em boxers justinhos.. seu maroto, conheces bem os meus gostos..
Tirei te os boxers e acariciei os teus testículos com a minha mão macia enquanto te beijando na boca , no pescoço, nos ombros, brinquei com a minha língua nos teus mamilos ate eles ficarem bem durinhos.. Fui descendo devagarinho lambendo a tua barriga ate chegar ao teu pénis duro e erecto .. Lambi o, beijei o, sentiste o calor e a humidade da minha boca a envolve lo e a minha língua a massaja lo enquanto o interior da minha boca se apertava em torno dele e sentiste prazer.. Gemes te..
Ao ouvir te gemer , eu fiquei ainda mais excitada e entreguei me de corpo e alma a dar te o melhor prazer oral que alguma vez já sentiste.. Pode ate não ter sido mas eu tentei.. Sentei te no meu sofá e eu sentei me em cima de ti.. beijaste me na boca, brincaste com a minha orelha pois já sabias que eu iria ficar toda arrepiada de prazer, mordeste me o pescoço varias vezes ao de leve, pois é assim tu também sabias que eu gosto.. Aquelas sessões de troca informação via sms estavam finalmente a dar fruto..
Gemi junto do teu ouvido, baixinho mas cheia de desejo e tesão de te sentir dentro de mim.. Pus me a jeito e encostei o teu pénis a entrada da minha vagina e sentiste a super húmida e quente.. quiseste entrar por mim a dentro mas eu não deixei e fugi para trás.. Apesar de te querer dentro de mim adiei esse prazer.. voltei a beijar te na boca e a olhar te nos olhos .. disse te que te adorava e que era toda tua.. Deixei te entrar em mim devagar.. quis que sentisse mos esse momento em pleno e nos gravamos lo na nossa memoria para o recordar mos anos a fio.. enterrei me toda em ti e ficamos colados um ao outro.. Demos um abraço apertado e ficamos assim tempos infinitos, mas a tesão falou mais alto e revelou se novamente.. Segurei me as costas do sofá e esse apoio permitiu me subir e descer numa montaria que deu um gozo tremendo aos dois.. beijaste as minhas mamas com fome quando sentiste o teu pénis envolvido com um calor intenso e seguraste me nas minhas nádegas e eu gostei.. Subi e desci cada vez mais rápido , cada vez mais louca de prazer.. Vim me tremendamente e solto um gemido tão grande que tentaste me beijar com medo que alguém ouvisse.. Fugi desse beijo pois não tenho vizinhos nem esta mais ninguém em casa .. Logo a seguir a esse primeiro orgasmo senti logo outro, deste me muito prazer.. Fiquei a arfar com a cabeça encostada a tua testa enquanto olhamos bem fundo nos olhos um do outro.. Sorri para ti e retribuíste me com o teu sorriso lindo de diabranjo.. Recupera mos e eu desmontei te .. Ajoelhei me no sofá com as pernas abertas e lançaste te ao meu sexo com a tua língua sedenta de provares o meu sabor.. Penetraste me com a língua e chupaste me o meu clítoris ate me fazeres perder num novo orgasmo explosivo.. Eu pedi te e supliquei te para me voltares a penetrar.. Queria, precisava de te sentir novamente bem dentro de mim.. Penetraste me com toda a força do teu desejo e eu adorei isso.. Parecia mos dois animais selvagens.. Era selvagem a nossa paixão e foi assim que ela teve de ser consumada .. Enquanto eu te sentia a entrar e a sair de dentro de mim, fui me masturbando , só como eu sei fazer a mim própria , pedi te que não parasses, sentia uma nova explosão de prazer a chegar.. deste me uma palmada no rabo, e a pele ficou vermelha, mas não me importei.. Entrei de novo em êxtase e perdi me de novo num brutal prazer.. ser penetrada e estimulada ao mesmo tempo fez me perder a capacidade de respirar autonomamente.. Fiquei suspensa em prazer alguns instantes e depois gemi bastante ate ficar a arfar novamente.. Ao sentires um calor incrível a invadir o meu corpo por dentro começaste a sentir que não aguentarias muito mais.. Fizeste um esforço para não parares e só quando me sentiste mais calma é que me pediste para eu me virar para ti mesmo a tempo de te vires nas minhas mamas.. caíste exausto para cima cima de mim e eu abracei te e beijei te ternamente.. sorrimos um para o outro e os nossos olhares souberam que não era preciso dizer mais nada.. Só descansar..
Escrito por Elisa Pereira

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Numa noite quente de verão..



A noite estava quente e nos fomos até a um parque de pic nics para os lados da praia do pedrogao para conversar um pouco e beber umas cervejas fresquinhas.. Nao se via mais ninguem e até os pobres cães que costumam andar por la, deviam de estar a dormir..
Eramos so nos os cinco e a mãe natureza.. A conversa ia decorrendo descontraidamente e as bebidas em vez de nos resfrescarem, começaram a produzir um efeito contrario e cada vez sentiamos o sangue mais quente..
Tu eras o elemento mais recente no grupo e eu lembrei me que ainda nao tinhas sido praxado.. Já era a bebida a falar um pouco por mim, mas a Inês achou boa ideia e pôs se a imaginar uma maneira de passar mos da teoria a acçao..
Já nos tinhas dito que podiamos fazer contigo tudo o que quisesse mos e a Inês foi buscar ao carro uma corda e amarrou te de costas a um pinheiro.. O Manuel e o Jorge nem piaram, nao fosse haver mais cordas e lhes calha se tambem..
Deixamos te ali amarrado um bom bocado..
Levei te um pouco de bebida a boca e tu foste obrigado a beber..Depois quis provar os teus labios pela primeira vez e dei te um longo e intenso beijo.. A Inês tambem quis e fez exactamente o mesmo.. Depois eu, novamente ela.. ora eu, ora ela..
Passado um tempo, resolvemos deixar te e começamos a beijar mos nos uma a outra , bem na tua frente.. Aquilo excitou te bastante e o teu pau começou a crescer ainda mais dentro da tua roupa.. Começaste a ficar arrependido de te teres deixado amarrar mas apesar de pedires para te soltarem, isso tambem era super excitante..
Ao verem nós as duas a comer mos nos, o Manuel e o Jorge ficaram tambem excitados.. Tirei a t-shirt a Inês e comecei a lamber lhe as mamas e perguntei se tambem querias.. Disseste que sim e ela chegou se a ti de maneira a poderes faze lo.. Eu fui te abrindo os calçoes e tirei para fora o teu pau ja todo enorme e super duro e comecei a lambe lo e a chupa lo ate ele entrar quase todo na minha boca.. Mas como é grande e eu detesto engasgar me , ficou um pouco de fora..
Trocamos, e foi a vez da minha amiga provar o te pau e tu as minhas mamas.. Mas como eu sou má, quando estavas quase a tocar lhes eu afastava me e tu como estavas amarrado nao lhes conseguias chegar.. Nao fiz isso muito tempo , pois tambem estava deserta para sentir o calor da tua boca na minha pele e a tua lingua a brincar com os meus bicos ja tao duros que ate doiam..
Entretanto o Jorge disse ao Manuel que ja estava com saudades de o mamar e perguntou lhe se podia.. Ja que o ambiente tinha dado naquilo, entao tinha que aproveitar..
O Manuel que ate hoje continua a dizer que nunca ninguem lhe fez um broche tao bem feito como os dele, pôs se logo a jeito e o Jorge atacou o pau do Manuel com uma fome tal que o engoliu todinho de uma so vez.. Ainda estou para saber como é que o Jorge aguenta tanto tempo sem se engasgar..
Ver aquilo trouxe me recordaçoes antigas e deu me vontade de partilhar o teu sexo com a Ines e ora chupava uma, ora chupava outra, as vezes as duas ao mesmo tempo.. A minha mão ia te acariciando as bolas e tu ja gemias por todos os lados.. Pedi a Inês para ela se deitar na mesa pois eu queria come la como deve de ser.. Ela fez isso e tu ficaste amarrado a arvore com o pau de fora todo teso a ver a minha lingua a saborear a cona humida da nossa amiga..
Com a nossa mudança de posiçao o Manuel veio foder me por tras enquanto o Jorge se atirou com todo o apetite ao teu membro ..
Tu nem querias acreditar, mas estava um homem a mamar no teu pau e tu estavas simplesmente a adorar pois o Jorge mama muito bem.. Engole ate ao fundo e chupa com gosto e nota se que e com prazer..
Para aprender mais sobre as tecnicas orais do nosso amigo, deixei o Manuel a foder a Inês(coisa que eles adoram fazer um com o outro) em cima da mesa e vim juntar a minha lingua á dele..sentiste o teu pau a ser disputado e devorado por dois adeptos dos prazeres orais e quase que te vinhas , mas a noite ainda era novinha e tu ainda tinhas muito que penar eheheh..
Uma vez mais ficaste sozinho e amarrado , pois eu fui para ao pé dos outros e levei o Jorge comigo.. Pus me de joelhos no banco e comecei a beijar a Inês na boca enquanto uma das minhas maos ia fazendo festas umas vezes no pau do Manuel, outras vezes no clitoris dela..
o Jorge, bem esse estava a foder me por tras com toda a força, que é coisa que eu adoro.. Não tardou muito tempo ate nos duas nos vir mos com toda a intensidade, mas como nao estavamos ainda satisfeitas fizemos as duas um sessenta e nove ate nao aguentar mos mais e explodimos novamente de prazer..
Finalmente o Manuel soltou te e tu deitaste te na mesa e a Inês foi se enterrar no teu sexo hirto começando uma cavalgada bem ritmada e eu pus me em cima da tua cara e o Jorge um pouco mais atras de maneira a que tivesses liberdade de movimentos tanto para me lamberes a mim e a ele ou aos dois simultaneamente, quando ele enterrava o pau dele por mim adentro..
E tu ali, com uma visao priveligiada.. Como eu estava virada para a nossa amiga, iamos trocando beijos na boca e o Manuel ia fodendo o anus dela , fazendo voces os dois a dupla penetraçao nela.. Depois o jorge foi comer a Inês a canzana e tu foste te pôr por debaixo deles e começaste tanto a lamber a clitoris a ela , com a mamar novamente o pau dele ..
Eu sentei me em cima de ti , deixando k o teu pau se enterra se todo dentro de mim.. O Manuel nao se fez rogado e levantou te as pernas entrando assim dentro de ti.. (ganda salsada eheheh) Entretanto o Jorge deixou a Inês e ela pos se mais a vontade em cima da tua cara virada para mim deixando te lambe la toda. Percorrias a cona dela toda com a tua lingua passando tambem pelo anus enkuanto eu lhe chupava os bicos da mamas ate ela se vir na tua boca..
Enkuanto isso o Jorge foi comendo o traseiro do meu namorado , enquanto ele comia o teu..
eu pura e simplesmente delirava de prazer e quando voces se vieram uns a seguir aos outros , e te senti a vir dentro de mim berrei de prazer no meu derradeiro orgasmo dessa noite quente de verao..
Escrito por Elisa Pereira